O conceito traz algo de fascinante para mim, não apenas por ser do contra (meu sangue anarquista pulsando nas veias), mas por ser coerente com o que se observa em características físicas aos homens daquela localidade do mundo. A História ensina que muitos dos conceitos mais universalmente aceitos não passam de meias verdades, com fortíssimos componentes míticos a nublar os fatos reais. Tomando-se o tempo da passagem de Jesus na Terra, e a escassez de registros históricos dos fatos descritos no Novo Testamento, reconhece-se a força das mais disparatadas e ou coerentes idéias acerca dele. Pois bem, quis trabalhar essa idéia, oferecendo a uma personagem de HQs as habilidades consideradas miraculosas levadas à efeito por Jesus. Surgiu-me também de imaginar o que teria ocorrido com O Menino Dourado, de O Rapto do Menino Dourado, quando adulto fosse. Assim, criei Peregrino, afro-descendente de origem incerta, criado no Himalaia por monges budistas tibetanos. Em sua versão primeira se chamava Mentor e possuía poderes de controle da matéria vegetal, como uma Hera Venenosa da calças; apenas num segundo momento optei por associá-lo a idéia do Cristo Negro. Suas habilidades? Tudo que Jesus fez de mais extraordinário, principalmente o que se encontra nos Evangelhos Apócrifos. Assim como Stan Lee tem seu Surfista Prateado, Mauricio de Souza tem seu Horário, este Peregrino é minha personagem de apelo filosófico, cuja história tem papel central em toda a saga, tanto na descoberta da razão de haver pessoas com super-poderes, quanto no futuro da Terra.
Impressão minha ou ele lembra o Obama?
1 comentários:
Acho que Jesus tinha que ser negro! Ah que delícia seria para os bobinhos de plantão... pq Cristo de olhinho verde e clarinho é só para folhiha do dízimo, né... rsrsrs
ABraços!
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