quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Millos Midazar
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Terminal
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Vortex
sábado, 27 de dezembro de 2008
Punk
Velocistas. No mundo das HQs de super-heróis este termo tem um significado mais profundo do que apenas definir um atleta, seja o maratonista de resistência ou o corredor de curtas distâncias e explosões rápidas de alto desempenho. Para os criadores e roteiristas os velocistas são a última palavra em máquinas humanas de cobrir distâncias usando as próprias pernas – todavia, não basta cobrir o espaço de um ponto a outro do globo em questão de segundos; é preciso ser rápido para atravessar oceanos, correr na vertical zombando da gravidade, vencer a barreira do som, da luz e do próprio tempo. Tais ordens de feitos têm sido desempenhados com habitual facilidade por Flash (DC) e seus parentes e agregados, e por Mercúrio (Marvel) filho mutante de Magneto, o mestre do magnetismo. Com certa dificuldade me recordo das mulheres velocistas, e vou encontrar num canto da memória uma personagem obscura, descendente do Flash, apresentada na minissérie futurista Kingdom Come, ou Reino do Amanhã. Creio estar me falhando às lembranças, mas não recordo nenhuma mais – para corrigir esta aparente injustiça, criei não uma, mas duas velocistas. Punk acima representada é a mais jovem, inexperiente e petulante delas – considera-se a número um. Não apenas a mais jovem, mas também a mais conhecida, contrasta com sua contraparte oriental, a romena Vortex (cuja concepção artística apresentarei em breve), cuidadosa e discreta; a velocidade desta é tal que utiliza um uniforme aerodinâmico que retarda parte de seu desempenho – esta, de fato, é a número um.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
A Mulher Artificial
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Primus
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Mab
Nunca entendi completamente a necessidade, melhor, a utilidade de personagens mágicos nas HQs de super-heróis. Os super-heróis são, segundo compreendo, adventos da era moderna, racional, científica – por mais absurda que seja a explicação dos poderes do Superman, Flash ou Lanterna Verde, elas possuem um apelo científico (ou pseudo-científico). Compreende-se, por exemplo, que a natureza alienígena do Superman lhe capacite a executar os feitos que lhes são comuns (ou incomuns). Porém, uma explicação mágica e misteriosa para a existência de, por exemplo, o Capitão Marvel (da DC) é pedir demais do leitor, habituado a TVs de plasma, celulares e que tais. Embora tenha simpatia por personagens como Zatanna, prefiro a magia num outro contexto, como em Livros de Magia e Hellblazer, do selo Vertigo (por sinal, também da DC). Contudo, uma personagem com apelo mágico não deixa de ser interessante, embora ladeada por super-heróis. Mabelline Quenesendt é inglesa e possui poderes que fazem recordar a magia, embora não sejam mágicos – teletransporte, telecinése, invisibilidade, limitado controle sobre a manipulação do fogo, etc. A principio ela é apenas mais uma pobre e confusa mulher que descobre possuir super-poderes durante a puberdade; sua personalidade é moldada, em parte, por sua reação a esta mudança de status, de humana ordinária a extraordinária. Afoita e maravilhada com os próprios poderes, ela irá no futuro se aliar a uma consciência alienígena, em busca de maior poder, e será o estopim de uma grande crise mundial.
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